Publicações | Livros

Mary of Magdala - A gnostic fable
Armando Nascimento Rosa
Tradução para o inglês de Alex Ladd
Nova Orleans, Spring Journal Books, 2010.

Volume que inclui vários ensaios originais sobre a peça e a sua temática da autoria dos especialistas:  Armando Rosa, Bradley TePaske, Susan Rowland, Sally Porterfield, Nancy Qualls-Corbett, Rosamonde Miller, António Mercado, com introdução de Veronica Goodchild.

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A Máquina Encravada
Bruno Silva
Editorial Novembro, Abril 2010.

Tendo como ponto de partida as obras Taxandria (1994), filme de Raoul Servais, e Memórias do Eterno Presente (1997), banda desenhada de Schuiten & Peeters, este estudo analisa, numa primeira abordagem, a ideia de tempo na Banda Desenhada e no Cinema. Procurando, acima de tudo, através do estudo destas obras, onde o tempo surge como tema central, perceber se a noção de tempo nestes dois suportes pode ser entendida como explicitação do tempo na contemporaneidade, tal como foi definido por teóricos das questões ligadas ao pós-modernismo. Estaremos hoje, através da utilização generalizada da teletecnologia e da vivência de situações relacionadas com a hiper-realidade, a viver uma temporalidade cristalizada onde o tempo deixou de correr?

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Nas margens, ensaios sobre teatro, cinema e meios digitais
Gabriela Borges (org.)
Lisboa, Ed. Gradiva, 2010.

Os novos percursos pelos quais as artes transitam - seja o teatro, o cinema, o vídeo ou os ambientes digitais - apontam para um diálogo entre meios, formas de expressão e temas que subverte a noção de campos estéticos e conceituais distanciados e promove uma imbricação entre estas diversas manifestações. Os textos que compõem esta antologia situam-se numa linha ténue que permeia diferentes meios de expressão, ressaltando as suas margens, que não estão apenas nas bordas, mas também no interior das próprias manifestações artísticas e comunicacionais. Abordam processos da criação artística e tecnológica, tanto autorais quanto interactivos, em suas relações com o ensino, a prática, a teoria e a crítica, explicitando os seus limites intersticiais.

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Para a História da Encenação em Portugal
O difícil progresso do conceito de encenação no Teatro (1837-1928)
Eugénia Vasques
Lisboa, Sá da Costa Editora, 2010.

Porque para entendermos a criação contemporânea não nos basta ver muitos espectáculos dentro e fora das nossas fronteiras reais e virtuais, entendi dar à estampa uma pesquisa que venho desenvolvendo há vários anos, que se cruza, em vários pontos, com a história da secção teatral do Conservatório Nacional – que estou a desenvolver no Centro de Investigação em Teatro e Cinema/CITECI, no âmbito académico mais alargado do Centro de Investigação em Artes e Comunicação/CIAC (Escola Superior de Teatro e Cinema/Universidade do Algarve).
Com efeito, para entendermos as actuais vicissitudes do teatro em Portugal e, em particular, as vicissitudes do ser encenador/encenadora no nosso teatro (latu sensu), ainda hoje, necessário será percorrer, com o auxílio de textos antigos de reflexão, alguns dos caminhos trilhados pelos nossos maiores, desvendando ou pelo menos tentando interpretar como se foi «instalando» entre nós, por imitação ou por recriação, a difícil e exigente «arte de encenar».
E, se quisermos ser muito honestos, verificaremos, com pesar, que as dificuldades sentidas pelos «pioneiros» não são totalmente diferentes das que sentem os jovens criadores da cena contemporânea ou, não o esqueçamos, mesmo os veteranos do teatro. Verificaremos, com mais pesar ainda, que muitos dos vícios da cena teatral oitocentista se reconhecem, ainda que travestidos, nalguma cena actual mesmo dos mais novos.
Porém, em vez de revelar e comentar, vamos pesquisar nestes documentos. Tenho a convicção que eles nos reservam ainda algumas surpresas.

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A poética televisual de Samuel Beckett
Gabriela Borges
São Paulo, Ed. Annablume/Fapesp/CIAC, 2009.

O livro discute a poética televisual de Samuel Beckett elaborada a partir das suas experimentações nos mais diversos media e apresenta uma análise estética e intersemiótica das tele-peças e das transcriações das peças de teatro para a televisão. Além de ter proporcionado a Beckett a possibilidade de expressar o seu olhar estético por meio das formas que criou, a tecnologia televisual se abre para experimentações e indagações a respeito de seu potencial expressivo e artístico.
O argumento usado no livro é o de que a arte pode trazer vida inteligente para a televisão. As tele-peças de Beckett mostram que algumas imagens podem forçar os limites do constante enquadramento e reenquadramento do domínio tecnológico e a tecnologia pode abrir-se para o mistério da arte e para um novo saber fazer da técnica que seja poético.

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Culturas narrativas dominantes — O caso do Cinema
João Maria Mendes
Lisboa, Ediual, 2009

Tipologia das narrativas cinematográficas contemporâneas a partir das técnicas de construção do script; main stream, cinema independente, cinema de autor ; relação entre as narrativas do cinema “clássico”, “moderno” e “contemporâneo”; estudo de casos.

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Discursos e Práticas de Qualidade na Televisão
Gabriela Borges e Vítor Reia-Baptista (org.)
Lisboa, Livros Horizonte/UALG_CICCOMA, 2008.

O que é qualidade em televisão? A qualidade é, sem dúvida, um dos conceitos mais discutidos pelos estudos televisivos desde a década de 80. Esta antologia problematiza os discursos e as práticas de qualidade da televisão e oferece uma ampla abordagem sobre investigações que estão a ser desenvolvidas em Portugal, Brasil, Espanha, Argentina, México, Inglaterra e Itália. Os autores apresentam instrumentos teórico-metodológicos que examinam enfoques de ordem política, económica, social, cultural, ética, estética e pedagógica e que contribuem para sistematizar os estudos sobre o conceito de qualidade. No momento em que a Rádio e Televisão de Portugal comemora o seu meio século de existência, este livro procura não apenas enriquecer o estado da arte dos estudos televisivos, mas também estimular a investigação, o ensino e a prática da televisão nos países de língua portuguesa.

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Principais tendências do cinema português contemporâneo
João Maria Mendes, no prelo.

Resultados da primeira fase do projecto de investigação homónimo, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Panorama crítico do “estado da arte” no cinema português contemporâneo, apoiado por entrevistas a realizadores cinematográficos, textos introdutórios e ensaios monográficos sobre temas e autores.

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